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Por que sua equipe ainda clica — e o que os dados mostram
O elo mais explorado em incidentes não é o firewall: é a pessoa. E, ao contrário do que se vende, palestra anual de segurança não muda comportamento. O que muda é medir, segmentar e treinar com base no que realmente acontece.
Clicar é humano. Reincidir é gerenciável.
Numa primeira campanha de phishing simulado, a taxa de clique costuma surpreender — para cima. Isso não é um problema, é o ponto de partida. O número que importa não é o clique inicial, e sim a reincidência: quem continua caindo depois do treino direcionado.
Não se trata de culpar o usuário. Trata-se de transformar comportamento em métrica — e métrica em treino sob medida.
O ciclo que funciona
Campanha segmentada → medição de clique e captura → treino direcionado a quem caiu → nova campanha. Repetido, esse ciclo derruba a reincidência de forma visível e auditável. É barato de rodar e gera relatório executivo que a diretoria entende.